segunda-feira, 8 de abril de 2019
domingo, 7 de abril de 2019
Dos dias de caca
Ontem foi um dia de caca. Na mesoterapia tirei novamente as medidas e pelos vistos era suposto já ter perdido mais cm do que os que perdi. Vim para casa com um aperto no peito que me estava a fazer sentir pequenina, que me fez questionar se eu não tinha feito uma grande asneira ao deixar as dietas e seguir o caminho completamente novo e oposto da alimentação intuitiva e da aceitação de mim própria. Porque eu ganhei peso, eu sei. Porque eu sou de extremos. Porque eu um dia há muito tempo atrás decidi que queria mudar o meu corpo e que para isso tinha de o odiar em vez de o amar. Foi quando começaram as dietas e foi esse foi o meu grande erro na vida. Eu passei tanto tempo a odiar-me que me esqueci de como me amar. E agora com o body positivity tive um boost de confiança maravilhoso, sim, mas passei para o outro lado do espectro. Da restrição para o abuso. Do 8 para o 80...
Depois de muitos 'O que é tens? - Nada' e algum choro engolido, consegui finalmente abrir-me.
Ela: O que tens mãe? Eu conheço-te, estás triste com alguma coisa... Queres falar?...
Eu: Sabes, há dias em que me arrependo tanto de ter deixado as dietas... já engordei tanto!...
Ela: Oh! Só tens de equilibrar...
Eu: Mas eu não sei fazer isso. Eu sempre vivi nos extremos. Ou em dietas ou em abusos, não sei viver em equilíbrio...
Ela: Eu compreendo. Eu ajudo-te.
Eu sei que para as pessoas que nunca tiveram perto de desordens alimentares este é um não assunto, porque é um aspeto tão natural como respirar ou caminhar. Para quem, como eu, se debate com este problema, aprender a fina arte do Equilíbrio é uma aprendizagem árdua!
A grande revelação para mim é que é possível eu amar-me como sou neste momento, mas mesmo assim tentar melhorar-me. E ela consegue ensinar-me isso.
Ela lê-me como um livro aberto. Ela sabe quando eu preciso de falar e quando preciso de estar quieta ou sozinha. Às vezes sinto-me culpada por estar a passar para ela estas minhas preocupações. Mas a nossa relação é assim tão transparente que é inevitável.
Ela é uma miúda impecável, tão forte, com uma auto-estima tão lá no alto que é impossível não a admirar ❤️
Depois de muitos 'O que é tens? - Nada' e algum choro engolido, consegui finalmente abrir-me.
Ela: O que tens mãe? Eu conheço-te, estás triste com alguma coisa... Queres falar?...
Eu: Sabes, há dias em que me arrependo tanto de ter deixado as dietas... já engordei tanto!...
Ela: Oh! Só tens de equilibrar...
Eu: Mas eu não sei fazer isso. Eu sempre vivi nos extremos. Ou em dietas ou em abusos, não sei viver em equilíbrio...
Ela: Eu compreendo. Eu ajudo-te.
Eu sei que para as pessoas que nunca tiveram perto de desordens alimentares este é um não assunto, porque é um aspeto tão natural como respirar ou caminhar. Para quem, como eu, se debate com este problema, aprender a fina arte do Equilíbrio é uma aprendizagem árdua!
A grande revelação para mim é que é possível eu amar-me como sou neste momento, mas mesmo assim tentar melhorar-me. E ela consegue ensinar-me isso.
Ela lê-me como um livro aberto. Ela sabe quando eu preciso de falar e quando preciso de estar quieta ou sozinha. Às vezes sinto-me culpada por estar a passar para ela estas minhas preocupações. Mas a nossa relação é assim tão transparente que é inevitável.
Ela é uma miúda impecável, tão forte, com uma auto-estima tão lá no alto que é impossível não a admirar ❤️
sexta-feira, 5 de abril de 2019
Mas o que é isto?!?!
Um dia calor de verão e noutro frio de inverno?!
Já uma pessoa tirou os lençóis polares da cama e agora tem de andar a pôr mantinhas por cima?!
Começou uma pessoa a mentalizar-se finalmente em largar uma pequena fortuna num biquini daqueles mesmo bons e que deixam as meninas no sítio certo da Dama de Copas, para agora vir este frio polar?! Eu não vou experimentar biquinis com a termotebe vestida!!
Mas agora que os dias são maiores e que uma pessoa ia começar a fazer caminhadas em família depois do jantar, vem esta chuveirada do nada?!
Não é justo... Vou amuar ali no cantinho do sofá com uma chávena de chá, uma mantinha e 2 episódios do House Rules...
segunda-feira, 1 de abril de 2019
quinta-feira, 28 de março de 2019
Da paz interior
Ler isto no instagram deixou-me uma sensação de paz indescritível.
Grande parte da minha vida foi passada em guerra comigo própria com gritos internos de fúria por não conseguir ser como esta ou como aquela; por ser fraca e não fazer mais exercício ou por ser fraca e comer mais aquele chocolate... foram ditas muitas coisas feias dentro da minha cabeça por não conseguir reduzir mais e mais o meu corpo quando tudo o que ele queria era dizer-me: mas tu não vês que eu não consigo manter-me muito tempo neste peso mais baixo? Não lutes mais contra mim... Eu sou teu amigo, eu estou do teu lado... não me odeies...
Ler isto é simplesmente libertador!
E pensar que a minha mentalidade já está neste mesmo trilho?... É só maravilhoso!
terça-feira, 26 de março de 2019
Da segunda sessão de mesoterapia
Não posso dizer que já vejo resultados, porque ainda não
vejo. Aliás foi logo uma das coisas que a terapeuta me disse à partida: o meu
caso é bastante complicado, é um tratamento que me fará ver melhorias sim, mas
só ao fim de umas quantas sessões.
Estou a fazer mesoterapia clínica e estética e
sinto-me muitíssimo bem tratada. O cocktail de medicação que me está a ser
aplicado inclui um anti-inflamatório, um anti-edematoso, um anti-celulítico e
um outro para desfazer as células de gordura. As piquinhas são dadas com
intervalos bastante pequenos para apanhar a maior área possível. Como as minhas
pernas têm uma área grande, a terapeuta não se inibe em utilizar mais ampolas,
nem em levar mais tempo do que o habitual para o serviço ficar bem feito.Estou muito satisfeita tanto com o atendimento como com todo o esclarecimento de dúvidas. Há finalmente alguém que acredita (como eu acreditava há muito) que tenho um problema além do “É gordura… emagreça!” e que acredita que me consegue ajudar.
Comprei um pack de 10 sessões que ficou por € 300,00 e me
vai dar para 10 semanas. Ao mesmo tempo recomendou-me dar uso aos músculos
todos os dias num período de 30 minutos seguidos (caminhadas ou qualquer outro
tipo de exercício) para fazer o músculo trabalhar e melhorar a absorção e
distribuição do medicamento infiltrado.
A dor… ora, a dor para mim é suportável. Há sítios mais
sensíveis do que outros, claro e o facto de as picadelas serem constantes, com
intervalos de 1 a 2 dedos, faz com que esteja sempre a respirar fundo, mas é
uma dor de segundos. Em cada sítio picado, forma-se imediatamente uma bolinha,
mas passado pouco tempo a pele volta ao normal e não ficam marcas nenhumas.
Se for algo que me ajude, então o investimento vai valer
bem a pena. Se os resultados não forem os esperados, olha, pelo menos não fico
a pensar “Se tivesse feito aquilo…”
segunda-feira, 25 de março de 2019
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