sexta-feira, 8 de março de 2019
Do self-care
Nos últimos tempos tenho acordado de manhã e para não cair na tentação de voltar a adormecer pego no telemóvel e faço a ronda pelo instagram. É errado, eu sei, mas rapidamente se tornou um vício!
Hoje decidi não o fazer. Fiquei só na ronha a espreguiçar-me longamente e a saborear o quentinho do ninho. Senti que me levantei mais calma, mais leve. Quero tornar isto um novo hábito!
Depois aproveitei o dia de sol e fui fazer uma caminhada à beira mar na hora do almoço, enquanto ouvia um podcast da fantástica Ownitbabe (vão lá ver como esta miúda é uma fonte inesgotável de inspiração). Faço 30km para ir e vir a Leça e 1h30 não é propriamente muito tempo, mas senti-me outra. Fui o tempo todo a respirar o ar do mar, a sentir a maravilha do sol a aquecer-me a cara ao mesmo tempo que o vento a arrefecia. Isto em vez de ir obcecada em fazer x km em y tempo para perder algumas calorias. Não! Foquei-me no que aquela caminhada estava a fazer à mente e não ao corpo.
Pode parecer pouco, mas esta pequena mudança no pensamento é uma enorme mudança na maneira como nos vemos e como encaramos a vida.
E sabe tão bem abrandar e escutarmos o nosso corpo...
quarta-feira, 6 de março de 2019
Da gula
Ontem fiz um bolinho de chocolate pequenino. E comi só uma fatia.
Uma!
Eu... Quem diria!...
Quem diria que um dia eu conseguia fazer um bolo sem ficar completamente obcecada por ele e sem tirar uma lasquinha de cada vez que passasse na cozinha.
Sem pensar 'deixa-me comer todas as fatias que conseguir hoje, porque amanhã volto à dieta e já não posso!'
Quem diria que este sentimento de despreocupação em relação à comida podia ser tão libertador.
segunda-feira, 4 de março de 2019
sexta-feira, 1 de março de 2019
Quem corre por gosto...
... não cansa, dizem. Mas eu estou toda rota!
Foram só 2 diazinhos em Madrid eu e a filhota para ela ver ao vivo a banda que por estes dias lhe enche o coraçãozinho.
E foi muito bom! Era uma sala muito pequenina, conseguimos ficar bem à frente, estivemos mais perto do que nunca e gostei muito. Eu, que alinho sempre nisto, mas que confesso desta vez ia mais numa de acompanhante, dei por mim a vibrar com a maior parte das músicas. Não há dúvida, este tipo de coisas são mesmo o meu guilty pleasure.
A filhota estava nas nuvens e saber que consigo proporcionar-lhe experiências únicas e de sonho é o suficiente para me sentir a caminhar sobre as núvens.
Esta continua a ser a minha preferida 😊
Foram só 2 diazinhos em Madrid eu e a filhota para ela ver ao vivo a banda que por estes dias lhe enche o coraçãozinho.
E foi muito bom! Era uma sala muito pequenina, conseguimos ficar bem à frente, estivemos mais perto do que nunca e gostei muito. Eu, que alinho sempre nisto, mas que confesso desta vez ia mais numa de acompanhante, dei por mim a vibrar com a maior parte das músicas. Não há dúvida, este tipo de coisas são mesmo o meu guilty pleasure.
A filhota estava nas nuvens e saber que consigo proporcionar-lhe experiências únicas e de sonho é o suficiente para me sentir a caminhar sobre as núvens.
Esta continua a ser a minha preferida 😊
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019
terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
Ontem não foi um dia bom...
Ou por ser segunda feira, ou por estar um dia frio e morrinhento, ou por causa da cabra da tpm, ou provavelmente por tudo isto junto, à medida que a manhã passava, sentia-me a afundar num poço de mau humor. Devo ter dito provavelmente uma dúzia de frases durante o dia todo.
Há dias assim, eu sei, permito-me senti-los e espero ansiosamente que passem porque, apesar de saber que são temporários e ocasionais, eu odeio sentir-me assim. Só quero que me deixem no meu canto, não preciso que andem de volta de mim nem que falem comigo. Só quero estar sossegada com a minha enorme manta de mau humor.
Sentir-me mergulhada em auto-comiseração dá-me sempre vontade de me entupir de doces. É como se "merecesse" um miminho para me animar. É estúpido, eu sei, parece que eu quero comer as minhas emoções, mas aconteceu uma coisa interessante, por acaso.
Comprei donuts. Eu adoro donuts daqueles simples, mas que nunca vêm sozinhos, vêm aos quatro. Ao almoço comi um. E depois comi outro. E parei porque me apercebi que estava a comer emocionalmente. Confesso que me apetecia comer mais, mas decidi não o fazer.
Antigamente o que acontecia era que eu teria comido os quatro (e mais se houvesse) e no fim ia sentir-me enjoada, envergonhada comigo própria e arrependida. Ontem não. Segui o meu dia, mais docinha, pelo menos, consciente que comi emocionalmente e que isso não ajudou em quase nada no meu mau humor, mas pelo menos soube-me bem e sem arrependimentos.
Nem à noite me passou. A nuvem negra ainda pairava em mim (estava difícil... ) e não me deitei sem malhar nos outros dois donuts.
Hoje é um novo dia, o sol já brilha um pouco lá fora e cá dentro e espero que o raio da nuvem tenha sido levada para longe.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
Ele e Ela
Ele apoia-me incondicionalmente. Sempre. Ele sempre esteve lá para mim, nos bons e nos maus momentos compreendendo ou não os meus caprichos, sem nunca os questionar, somente aceitando e chamando-me à terra quando eu ultrapassei o limite do razoável (felizmente porque eu estava cega).
Ele deu-me o que mais veio dar sentido à minha vida: Ela.
Já não sei viver sem ela nem me lembro como era a vida antes dela. Eu nasci para ser mãe, mas mãe dela. Completamo-nos como nunca na vida pensei ser possível. Ela é o sol do meu mundo, por mais cliché que isto seja.
Eu, ele e ela, fazemos a família perfeita, muito além do que eu alguma vez poderia sonhar ❤️
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