- Começar aos poucos a fazer meditação - quem faz diz maravilhas e eu adorava ganhar esse hábito
- Além da frase diária de self love começar também um diário de gratidão - focarmo-nos nos pequenos prazeres da vida leva-nos a relativizar os "problemas" do dia-a-dia
- Começar a fazer ioga - sinto o meu corpo incrivelmente enferrujado e adorava ganhar mais flexibilidade
- Ter mais atenção à minha postura sentada ao computador ou no sofá - as minhas costas já reclamam de horas a fio curvada nas posições mais estranhas possíveis
- Criar uma rotina noturna de cuidado da pele e incluir nessa meia horinha o tal diário de gratidão e self-love - é incrível como eu consigo procastrinar os cuidados com a minha pele e o journaling que me sabe tão bem
- Ouvir mais o meu corpo e balancear os chocolatinhos que lhe dou com mais legumes e frutos
- Continuar as caminhadas em família que neste último mês foram interrompidas pela chuva e pelo confinamento - enquanto o meu esporão permitir pelo menos
- Continuar a hidratar o meu corpo por dentro e por fora - estes dois hábitos já estão mais ou menos enraizados, é só continuar
domingo, 27 de dezembro de 2020
O que eu quero para 2021
sexta-feira, 4 de dezembro de 2020
Daqueles sonhos reais
terça-feira, 3 de novembro de 2020
Da libertação do peso dos números
Há poucas semanas descobri a maravilha das leggings como roupa de andar por casa.
Foi coisa que nunca me tinha chamado a atenção, por um lado por não achar que favoreça as minhas pernas, por outro porque vejo muita gente na rua com leggings pouco opacas e detesto isso. No entanto, descobri na Decathlon umas bastante opacas e confortáveis.
Ora faltava-me umas túnicas para me sentir mais confortável. Hoje fui à Kiabi e comprei duas túnicas tamanho XXL. Sim o XL servia-me, mas não dava o aspeto largo ao look que eu procurava, então subi o número sem fazer disso um bicho de sete cabeças.
E se isto parece realmente algo sem importância nenhuma para o comum dos mortais, para mim é mais um passo de gigante na aceitação e no facto de descolar todo e qualquer valor do número da etiqueta. No passado nunca me teria atrevido a subir um número. Provavelmente iria preferir mudar por completo o estilo que procurava. Hoje sinceramente não quero saber da etiqueta, quero é sentir-me bem comigo.
E estes outfits vão ser bastante usados nos próximos tempos, pois como era mais do que previsível, voltamos ao teletrabalho e ao slow living...
terça-feira, 27 de outubro de 2020
Never have I ever
domingo, 18 de outubro de 2020
Tem dias
Há dias em que sinto que não estou empenhada a 100% nisto do body positivity.
Há dias em que penso que seria tão mais confortável embarcar em mais uma dieta. É difícil ver o meu corpo a mudar, a voltar à estaca zero.
Há dias em que sinto falta da sensação de falso controlo que a dieta me transmite. Sinto falta do objetivo, daquela adrenalina quando um dia corre na perfeição.
Nunca sentirei falta da sensação de fracasso quando a dieta empanca ou quando invariavelmente deixa de funcionar. E muito menos falta sentirei da sensação de falhanço ao olhar pela quinta vez para o número da balança sempre despida de qualquer acessório que acrescente 10 gramas sequer.
Há dias em que me sinto poderosa, levanto a cabeça bem alto e caminho com segurança no andar e de sorriso no rosto.
E depois há dias em que me questiono se terei tomado a decisão certa e sinto-me só desleixada.
Porque eu sinto que ainda não soltei as amarras completamente. Adoro a liberdade que o self-love, a self-acceptance e o body positivity me dão, mas lá no fundo eu ainda quero ter um corpo mais pequeno. Não para me encaixar mais em algum padrão, mas porque as pernas começam a queixar-se e eu lá no fundo tenho medo que os quilinhos a mais acabem mesmo por ser prejudiciais à minha saúde no futuro.
Eu não quero embarcar em dietas e obsessões de números, mas quero retirar alguma gordura do meu corpo. As pernas e os pés começam a ressentir-se e penso que isso seja ele a chamar-me à razão.
Gostava que ele encolhesse um pouco, não posso mentir, mas sem ponta de obsessão, sem ponta de sacrifício, só a ouvi-lo, a nutri-lo, a move-lo como ele merece.
Não quero voltar à never-ending story das dietas de A a Z, mas também não quero continuar a crescer mais e mais. É um equilíbrio muito fino e que vou ter de encontrar para bem da minha saúde física e mental.






